Depois do furor de início de ano, seus sonhos tomaram forma?

Início de ano. Novos planos. Listinha de desejos a serem realizados feita. Esperanças renovadas. É hora de botar em prática tudo aquilo que adiamos no ano passado e no antepenúltimo também. Todos os sonhos a postos, bora viver!

Mas eis que se passam pouco mais de vinte dias desde o primeiro nascer do sol do primeiro ano e, ao olhar a lista que fizemos na emoção dos primeiros minutos de 2016, talvez embriagados de espumante e de esperança, constatamos que não demos nenhum check em nada da listagem.

Mas calma, aí, né?! O ano mal começou, não passou nem o carnaval ainda, e já tenho que começar a cumprir o que planejei? Tenho um ano ainda inteiro pela frente! E, com esse discurso, vamos arrastando mais 366 dias. Já que tudo pode ser adiado para depois da semana santa ou até mesmo para as férias de julho ou então até pra depois da semana da criança e… veja só! Já é Natal, o ano passou, e nem vi! Onde eu estava?

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Alex, a biografia

A história de um ídolo injustiçado na seleção e que encantou várias torcidas e gerações

Por Thiago Prata

Lá estava ele. Desiludido, frustrado, traído. A tristeza e o desânimo tomaram conta de seu corpo. E a mágica que fazia com os pés deu lugar a um período obscuro. As lágrimas que caíam dos olhos e de sua alma foram seguidamente acompanhadas de vários vícios. Abandonou a bola, sua melhor amiga, para flertar com novas paixões: a cerveja, o churrasco e o sorvete. Abusou da perigosa trinca, que transformou um jogador de futebol, tido como exemplo para muitos atletas, em um ser irreconhecível. Ficou gordo. Poucos acreditavam que pudesse dar a volta por cima. Mas o futebol é cíclico. E quem um dia está no chão, no outro, ressurge das cinzas. Como uma fênix. Uma fênix chamada Alex de Souza.

Antes de se tornar o craque da Tríplice Coroa de 2003, pelo Cruzeiro, um deus na Turquia e de seu regresso contagiante ao Coritiba, clube do coração, ele passou por uma fase melancólica. Quando tudo indicava que realizaria seu grande sonho, de disputar uma Copa do Mundo defendendo as cores do Brasil, em 2002, veio a lista da convocação sem seu nome.

Uma das maiores injustiças cometidas na história do combinado verde-amarelo é destrinchada em “Alex, a Biografia”. Mas trata-se de uma pequena parte da trajetória de um meia que marcou época, contada pelo próprio armador e por várias personagens essenciais – para o bem ou para o mal – da vida do ídolo da Raposa, do Palmeiras, do Coritiba e do Fenerbahçe, da Turquia.

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