Depois do furor de início de ano, seus sonhos tomaram forma?

Início de ano. Novos planos. Listinha de desejos a serem realizados feita. Esperanças renovadas. É hora de botar em prática tudo aquilo que adiamos no ano passado e no antepenúltimo também. Todos os sonhos a postos, bora viver!

Mas eis que se passam pouco mais de vinte dias desde o primeiro nascer do sol do primeiro ano e, ao olhar a lista que fizemos na emoção dos primeiros minutos de 2016, talvez embriagados de espumante e de esperança, constatamos que não demos nenhum check em nada da listagem.

Mas calma, aí, né?! O ano mal começou, não passou nem o carnaval ainda, e já tenho que começar a cumprir o que planejei? Tenho um ano ainda inteiro pela frente! E, com esse discurso, vamos arrastando mais 366 dias. Já que tudo pode ser adiado para depois da semana santa ou até mesmo para as férias de julho ou então até pra depois da semana da criança e… veja só! Já é Natal, o ano passou, e nem vi! Onde eu estava?

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Aí que está! Onde você estava? Porque, por mais que pareça que passe com um piscar dos olhos, o ano continua sendo uma volta completa da Terra em torno do sol. O ponteiro do relógio ainda continua marcando as 24 horas do dia, e o calendário da mesa do seu trabalho possui os 12 meses completos.

O que acontece é que vivemos os dias exatamente no tempo em que ele deve estar. Acordamos, fazemos nossas atividades e tornamos a dormir. E, nesse ritmo, deixamos de perceber que “a rotina crescia como planta e engolia metade do caminho”, como disse Renato Russo, em “Perdidos no Espaço”.

A rotina, em si, não tem juízo de valor. O que fazemos com ela é que tem. Ter um padrão diário é importante pra se organizar e manter as coisas em ordem. Mas deixar com que as atividades rotineiras sufoquem aquilo que mais gostamos de fazer não é nada saudável. Sensação ruim é ter que ficar esperando pela sexta-feira com sofreguidão e reclamar que o domingo já está acabando, sem que “você não tenha feito nada de tudo aquilo que queria”.

Se os planos feitos são mirabolantes demais para serem cumpridos, esta é a hora de ajustá-los. Nada de se sentir impotente por não poder realizar aquilo que desejou em um momento de pura emoção. Os sonhos são seus e podem ser modificados como bem entender.

Uma pergunta que ajuda sempre a pensar se estamos conduzindo nossa vida do jeito que realmente gostaríamos é: “Se fosse escrever a própria biografia, quais pontos da sua vida colocaria com orgulho?”. Que tal, então, começar com uma boa dose de coragem?

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