Inesquecível e sedutora: assim é Buenos Aires

Depois de escrever duas histórias de pessoas que viram suas vidas transformadas depois de pegar a estrada, agora é está na hora de contar a minha. Claro que, comparada às delas, a minha é pequena. Para mim, porém, é extraordinária! E só de lembrar dos oito dias hermosos que vivi em Buenos Aires meu coração transborda!

A ideia de dar um rolê internacional pela primeira vez surgiu quando eu ingressei no curso de jornalismo e resolvi trocar a noite do baile de formatura pela viagem. Não sabia para onde nem quando. Só sabia que precisava atravessar a fronteira brasileira. Então, com meu salário de estagiária e venda de ovos de páscoa, de cestas e de tortas no trabalho acumulei um rico dinheirinho.

Buenos Aires foi o primeiro destino que me veio à mente. Também pensei na Bolívia. Mas quando dei por mim, estava desejando o primeiro destino mais que tudo! Simplesmente, quis conhecer lá. E quando falei amém, Deus mandou que seus anjos me acompanhassem.

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Obelisco – Avenida 9 de Julio

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Quanto pesa a saudade?

Saudade. Palavra que só existe em português. Dizem. Mas o sentimento é universal. Na verdade, não é só a sensação que é igual para todos, e, sim, tem o peso de um universo inteiro. Um universo inteiro. Composto de casas, estradas, quilômetros, milhas, mares, céus, constelações, sistemas solares… Todos suportados por só um, apenas um único coração.

Não dá pra dividir a saudade em duas ou mais partes. Se a sente, é por inteiro. Cai como uma pancada visceral num único corpo, mortal, composto de membros, tronco, cabeça – como se aprende na segunda série do ensino fundamental – e… coração.

Pobre órgão… Para onde se destinam todos os sentimentos. Ele também não divide a saudade com as outras partes do corpo. Egoísta que é. Mas se se pensar bem, é ele o responsável por bombear sangue para todo o corpo. É ele que leva, em cada veia, num conjunto de leucócitos e hemácias, todo aquele sentimento que aperta até doer.

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