Blues, Folk e Country tomam conta de Ouro Preto nos dias 14 e 15 de outubro

Primeira edição do Festival Internacional Chapadas Folk’n’Blues leva à cidade histórica dois dias de evento, que vão contar com apresentações do eixo Blues/Folk/Country representados por 6 grupos mineiros, e uma atração Internacional, além de ações sustentáveis, dança e gastronomia

 O cenário para a primeira edição do Festival Internacional Chapadas Folk’n’Blues não poderia ser melhor. A cidade de Ouro Preto, que todo ano recebe turistas do mundo inteiro, e é reconhecida pela constante troca cultural em todas as vertentes da arte. Dessa forma, o objetivo do encontro musical, que ocorrerá nos dias 14 e 15 de outubro, na Chapada de Ouro Preto/Lavras Novas, é atuar em sintonia com a forte característica da cidade em promover o intercâmbio cultural.

Além das seis bandas mineiras, o Festival Internacional Chapadas Folk’n’Blues traz à cidade o americano nascido em Chicago Mark Greenspon, no dia 15 (sábado). Com mais de 20 anos de carreira em sua trajetória em prol do blues, o músico vem à Minas estabelecer conexões com bandas expoentes da cena musical brasileira, e apresentar seu trabalho construído ao longo do tempo de carreira.

No line-up do festival, bandas de Belo horizonte, Pedro Leopoldo, Sabará e Ouro Preto darão as boas vindas ao artista americano que vem ao Brasil pela primeira vez em sua carreira.  Quem sobe ao palco no dia 14 (sexta-feira), é a banda de BH That’s All Folk. O show começa as 21:00 horas e tem um repertório que reúne folk, blues-rock e country. Depois, é a vez do show da The Lee Gang, que dá lugar ao trio ouro-pretano HollyBomba. A noite de sexta termina ao som da Jam Session entre os músicos do festival e convidados especiais.

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É preciso conhecer o vale dos mortos antes de fazer parte dele

Cemitério do Bonfim, necrópole mais antiga da capital, guarda histórias, segredos e, especialmente, um vasto número de obras de arte

cemiterio

Atualizado no dia 8 de agosto de 2015

“A gente mal nasce e começa a morrer.” A frase da canção “Sei Lá”, dos compositores Vinicius de Moraes e Toquinho, serve para pensar na linha tênue que existe entre viver e morrer. Tão clara aos olhos, o fim da vida é quase esquecido na sociedade ocidental. Falar de morte (credo! Bata três vezes na madeira) é quase assunto proibido. Inclusive, não é à toa que existem inúmeros jargões para amenizar o peso que essa palavra traz. “Vestir pijama de madeira”, “bater as botas”, “partir desta para melhor”, “virar presunto” e “comer grama pela raiz” são só alguns desses exemplos.

Se só falar nesse assunto já provoca arrepios, imagina fazer uma visita, rondar diversos túmulos e ainda ouvir histórias em um cemitério, especialmente se tratando do lendário Bonfim? Pois é… Mas a experiência, além de não vir revestida de medo massacrante, ainda é enriquecedora no que diz respeito à história da capital mineira.

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