Uma viagem por mês – versão 2016

Eu poderia até dizer que é coincidência que a viagem ao Rio de Janeiro, que deu início ao projeto Uma Viagem por Mês, de 2014, seja a mesma que abre o projeto deste ano. Porém, optei pela sinceridade. Ao viajar até a Cidade Maravilhosa no primeiro mês do ano quis abrir com chave de ouro essa ideia, que é uma das mais gratificantes que tive.

Assim como há dois anos, pretendo viajar pelo menos uma vez por mês, seja por cidades do interior de Minas ou para o exterior (quem sabe?), e relatar como foi a experiência de sair do eixo Contagem/Belo Horizonte. Minha intenção é mostrar que mesmo com pouco tempo e dinheiro é possível desfrutar do prazer que só uma viagem pode proporcionar! Enjoy it!

Janeiro – Rio de Janeiro (clique aqui para ver)

Fevereiro – Parque Hotel Pimonte, em São Francisco de Paula (clique aqui para ver)

Março – sem viagem 😦

Abril – Serra da Moeda, em Brumadinho

Devido às condições financeiras e à falta de tempo (escrever monografia tem consumido todo o meu fim de semana), neste mês fiz apenas um passeio. Fomos eu e o Thiago pro Topo do Mundo, na Serra da Moeda, em Brumadinho. Nunca tinha visitado o local, então, aproveitamos o feriado do dia 21 para subir a serra.

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Parque Hotel Pimonte, São Francisco de Paula

Fevereiro – Parque Hotel Pimonte, em São Francisco de Paula

Neste mês, além de ter viajado com a minha irmã, também compartilho com ela este texto. Fomos nós, meu cunhado e meus sobrinhos Miguel e Rafael para o Parque Hotel Pimonte,  localizado em São Francisco de Paula, cidade vizinha de Oliveira. Apesar de ter ficado lá só dois dias, enquanto minha família permaneceu por três, pude aproveitar cada minuto. Estar ao lado de pessoas que amo em um lugar lindo, é claro, contribuiu pra isso.

Miguel e Rafa curtindo a vista
Mig e Rafa curtindo a vista. O tempo chegou a ficar nublado, o que não atrapalhou o passeio, pois corríamos pra piscina quente

O parque funciona com sistemas de reservas ou visitas em um único dia. Para ficar lá sábado e domingo, paguei R$ 265, enquanto minha família desembolsou R$ 1.040 por três dias. Achei o preço justíssimo, visto o custo-benefício. Estão incluídos no pacote o café da manhã, o almoço e o jantar. E que refeições! Todas com comida farta, variada e à vontade. As bebidas são consumidas à parte, e os preços são salgadinhos. A água, por exemplo, é servida a R$ 3,30, enquanto a latinha de cerveja a R$ 5,40. Se você quiser ir fazer a visita no parque, vai pagar R$ 40 pela refeição do adulto e R$ 25 pela comida da criança. A melhor opção, portanto, é comprar um pacote, já que este inclui acesso a praticamente todos os atrativos oferecidos pelo parque.

E que atrativos! Um deles é a piscina de águas quentes, que possui espécies de banheiras de hidromassagem. Depois que se entra lá, é impossível querer sair. Uma delícia! O local ainda tem sauna, pra quem curte. Agora, bom mesmo é surfar na piscina de ondas. De tempos em tempos, um sistema é ligado na piscina, que tem três profundidades, pra que você se sinta no mar. No parque, ainda tem uma cachoeira, que pode ser acessada por uma espécie de passarela e que deságua num rio de baixa profundidade, mas que estava extremamente escuro por conta do lamaçal provocado pelas chuvas.

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Abaixo desta escada há uma passarela onde você pode curtir as quedas d’água

A organização e a limpeza do parque também me chamaram atenção. Estava tudo alinhado! Toda a extensão do hotel estava limpa, e a sensação que tive é que você nunca vai passar aperto lá. Tem enfermaria, berçário, uma cozinha própria para mamães e papais prepararem alimentos para os seus filhos, e até agulha, linha e botão, caso você se acidente com a roupa. Só sei que saí de lá querendo ficar. É um passeio que recomendo sem restrições de idade e especialmente para ser feito em família.

Agora, passo a palavra pra minha irmã, Luciara,  que relata a experiência por lá:)

O nome – Já pelo nome comecei a simpatizar com aquele que seria o destino de nossa tão esperada viagem de férias. Quando estávamos à procura de um lugar e Fernando, meu marido, me falou do Parque Hotel Pimonte, logo me vieram à mente, ao mesmo tempo, um reconhecimento e um estranhamento: esse nome corresponde a uma região da Itália, mas não seria Piemonte? Ao fazer uma pesquisa no Google, vi que a grande maioria das referências a essa localidade (inclusive o site oficial da região) registrava a segunda forma. Encontrei poucas ocorrências de Pimonte além das que diziam respeito ao próprio parque, fundado, como viríamos a descobrir depois, pelo empresário italiano (e piemontês) Giuseppe Tropi Somma. Assim, imagino que haja uma variação entre as duas formas, com predominância daquela com “ie” (se alguém tiver mais informações sobre isso, por favor, me avise).

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Momentos antes de pegar um trem que circula pelo parque

Reflexões linguísticas à parte, a origem italiana do espaço pode ser percebida em vários pontos, como na “Villa dei Pimontesi”, onde ficamos hospedados; no “Positano”, o grande e belo restaurante em que pudemos apreciar iguarias tipicamente italianas; na “Boccia” (Bocha), um dos muitos atrativos; nas bandeiras italiana e piemontesa hasteadas na entrada do parque; na “Famiglia Sapolina”, um conjunto de esculturas de sapinhos que, por meio de uma placa, agradecem a quem passa por ali: “Grazie per la visita”; e em muitos outros detalhes. Estar em um ambiente que nos remete a um país tão rico culturalmente como a Itália certamente foi um dos aspectos que mais me agradaram.

Para as crianças – Evidentemente, ao planejarmos uma viagem como essa, pensamos primeiramente no Miguel e no Rafael, pois queríamos que eles pudessem fazer conosco um passeio diferente e que lhes proporcionasse (e também a nós) muitos momentos de alegria. E agora vejo que a escolha não poderia ter sido melhor. No Pimonte, além das atrações que são compartilhadas com os adultos (como as piscinas), há muitos espaços específicos para os pequenos, que foram muito bem aproveitados pelos meninos. Tem o Play Point, com piscina de bolinhas, pula-pulas, carrossel, playground; o Trenzinho, que dá uma volta pelo parque a fim de que os visitantes conheçam toda a área (o Miguel é simplesmente fascinado por trens, então esse foi um dos que ele mais curtiu); o Baby Play, com brinquedinhos que interessaram até aos dois, não tão babies assim; uma minicasa bem arrumadinha, com fogão, pia, micro-ondas, muitas panelinhas, tábua de passar roupa, sofá, cama, onde as crianças (e também os adultos) podem entrar e brincar (o Rafael amou essa casinha).

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Todo canto do parque é decorado. Ali no fundo, por exemplo, há uma varanda acima do rio

Uma coisa que achei bem legal foi o Parque da Ciência, com demonstrações de vários princípios da física (principalmente) em experimentos e equipamentos que chamam atenção, como a roda d’água, o monjolo, a cama de pregos e o Vamos Cochichar?, que consiste em duas antenas parabólicas viradas uma para a outra, a uma distância de cerca de 100 m, para permitir que duas pessoas se comuniquem perfeitamente (é sensacional). Ah! tem também um foguete – uma bomba acoplada a uma mangueira, e esta a uma rolha, que, com um pouco de água, faz uma garrafa PET subir a mais de 50 m (!). O Parque da Ciência foi pensado para estudantes em grupos que visitam o parque, com o intuito de servir de suporte para os professores, mas é claro que os hóspedes também podem relembrar ou adquirir, de forma bastante lúdica, conhecimentos envolvidos em fenômenos do dia a dia.
Primeiras vezes – A viagem ao Pimonte marcou a primeira vez de algumas experiências inacreditavelmente inéditas para mim até então: a primeira vez em que andei de carrinho bate-bate (sim, é verdade); a primeira vez em que entrei numa sauna (é sério, não estou mentindo) e numa piscina de água quente; a primeira vez em que joguei boliche (não, nunca fui no Del Rey pra tentar acertar os pinos com a bola pesada de três furos). E adivinhem? Eu me diverti pra valer com essas coisas, assim como no carro de madeira com o Miguel, no pingue-pongue com o Fernando, na casinha de boneca (alguém tinha que ir com o Rafinha, né?), na piscina de ondas com a Laura. E experimentei tudo isso tão perto do verde, do ar puro, de águas em abundância (das piscinas e do rio). Ao lado dos meus filhos, do meu marido e da minha irmã, me permiti tornar-me criança novamente e, por alguns momentos, deixei de lado as preocupações, os problemas, os cansaços para apenas sentir, gargalhar, respirar, contemplar, ser. Com a alma mais leve, o ânimo renovado, a mente mais tranquila, voltei para a vida real.

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Piscina de ondas é o máximo! Estou no raso, mas ela é tem uma parte bem funda

Projeto Uma Viagem por mês

Movimento Passagem Só de Ida

Uma das coisas que mais gosto de fazer nesta vida é viajar. Seja uma cidadezinha esquecida no interior de Minas Gerais, seja uma grande metrópole que não para, ir a lugares que não conheço é uma experiência sensacional para mim.

Pensando nisso, em fevereiro deste ano, resolvi fundar um projeto pra mim mesma: o Uma Viagem por Mês, que pelo próprio nome indica, consiste em fazer uma viagem a cada mês, aconteça o que acontecer (espero que não haja de muito grave que me impeça de realizá-lo). Juntamente ao projeto, também fundei o movimento Passagem Só de Ida, em que posso comprar apenas o bilhete que me leve ao lugar que quero, sem precisar garantir a volta. O movimento, no entanto, é mais maleável pois nem sempre é possível aventurar-se assim. 

Deparei-me, porém, com um problema: decidi seguir esse movimento em fevereiro, mas em janeiro eu não tinha viajado… A forma que encontrei para solucioná-lo foi a viagem que fiz pra Cidade Maravilhosa em dezembro, que vale por duas, não é mesmo? Sendo assim, vou começar falando sobre o segundo mês de 2014 e vou escrever neste post ao longo do ano, na semana seguinte à viagem do mês. 
Fevereiro – Tenho uma amiga que casou e para despedida de solteira dela, nada de Gogo Boys ou boate de stripper, resolvemos viajar! Nosso destino foi decidido de última hora, compramos passagem só de ida e não tínhamos nem ideia do que fazer em Moeda. E realmente não havia nada a fazer. rs. Mas a viagem foi ótima! Descobrimos uma pousadinha muito legal na cidade e ficamos lá em dois dias nos quais pudemos botar a prosa em dia, rir muito, beber vinho, rir muito, conhecer uma cachoeira e rir muito.

Thais, eu e Carol

Crianças felizes!

Lá há uma linha de trem que separa a cidade. Era um saco esperar o trem passar pra atravessar rs 

Friends forever s2s2s2s2 rs

Março – Quando penso em Carnaval em Minas, logo vem a minha mente duas cidades mineiras: Diamantina e Ouro Preto. Diamantina nunca fui (nem tenho muita vontade), mas Ouro Preto foi o destino escolhido pra comemorar a folia neste ano por dois dias. Eu já tinha passado o carnaval lá há dois anos, e minha prima e eu decidimos ir pra OP. Ao contrário do que muita gente pensa, lá não é bagunçado e nojento. É muito divertido e você conhece gente do Brasil todo. Eu gostei mais, no entanto, da minha primeira viagem pra lá. Achei este ano meio desorganizado e nós ficamos em uma república bem estranha, que, pra começar e terminar, chama-se Hospício. rs. Mas valeu a pena!

OP!

Prima e eu de chapeuzinho 

A tal república

Abril – Essa amiga que casou, a Carol, e eu temos uma agência de turismo chamada Lá&Cá Viagens. Não é nada no papel, nem visa arrecadar dinheiro, queremos apenas juntar os amigos e viajar. A Lá&Cá organizou uma viagem a Milho Verde, distrito de Serro, na Semana Santa, por três dias. Nós juntamos uma galera boa – 10 pessoas -, e fomos pra lá conhecer a cidade, acampar e visitar cachoeiras. Eu gostei muito da viagem e a cidade recebe uns turistas bem alternativos que gostam de um baseado (em todo lugar, você consegue cheirinho de erva queimando rs).

Cachoeira do Carrapato

Cachoeira do Lajeado

Thurminha!

Maio – Até agora, a viagem mais curtinha que fiz: durou um dia. Estava quase acabando o mês e eu não sabia pra onde ir. Daí, pesquei minha mãe e falei que iriamos pra Lagoa Santa. Minha mãe, mesmo que meio a contra-gosto, decidiu ir. Chegando a rodoviária, uma surpresa: ônibus só depois de uma hora e meia. Como só poderíamos ficar um dia, mudamos de destino e fomos pra Sabará. Eu conheci o centro histórico e minha mãe relembrou os tempos em que ela passeava por lá. Foi muito bom! Almoçamos, tomamos cerveja e fizemos comprinhas. No final do dia, minha mãe agradeceu por ter insistido que ela fosse, a viagem fez bem pra ela. Me senti mais feliz ainda 🙂

Senhora elegante fazendo pose ou minha mãe

Eu e mamis

Centro histórico

Junho – Bom, mais uma viagem curtinha rs. Eu programei de passar o feriado de Corpus Christi em uma cidade chamada São Sebastião do Rio Preto, mas devido a alguns imprevistos (bons, por sinal) não pude realizar a viagem, mas também não poderia ficar em casa. Portanto, em um domingo frio, uma turma de amigos e eu fomos pra Serra da Piedade, em Caeté. Já tinha ido lá outras vezes, mas não me canso… a paisagem é de tirar o fôlego! Quando chegamos lá, a neblina estava baixa e o frio estava cortante, mas com o passar o dia, ela dissipou e pudemos admirar as belezas do local, como montanhas e cidades. Lá também fizemos piquenique e decidimos que iremos fazer nossa viagem de julho juntos. Para onde será?
Dica: levem muito agasalho e tomem chocolate quente na Lanchonete Padre Virgílio Resi.

Travel friends

Um dos lados da visão
Selfie na Serra

O sol sempre vem

Julho – Como disse na postagem anterior,  no dia da Serra decidimos pra onde iríamos desta vez. E a cidade escolhida foi Tiradentes! Não poderia ser outra melhor! Que charme! Nunca vi uma cidade tão aconchegante e fofa como Tiradentes. As casinhas e lojas, pelo menos do centro, são muito bonitas. E a cidade estava toda pintada e tem coisas belas pra todo lado: igrejas, morros (mas não muito), charretes, pousadas, chocolateria. E a noite então? Os bares têm lareira (o frio é insuportável) e ficam ainda mais lindos. Aproveitamos também para irmos até São Jão Del Rei de Maria Fumaça. Confesso que me decepcionei um pouco, porque esperava mais de São João rs. Achei meio simples, talvez porque estava deslumbrada com Tiradentes. Enfim! Valeu a pena! Com os amigos então… valeu foi muito!
Dica: a única coisa que não curti lá foram os preços. São bem salgadinhos ><

O barzinho com lareira *-*
Ipê amarelo ❤
Vista 

Eré, priminha e eu e a igreja linda ao fundo

Agosto – Bom, como a viagem de julho ficou meio salgadinha e como já estávamos no final do mês, decidimos ir pra um lugar mais barato dessa vez, mas não menos importante. O destino escolhido foi Lagoa Santa, mais precisamente a Gruta da Lapinha. O passeio não poderia ter sido melhor. Conhecemos a gruta, que por sinal é muito linda! Com apenas 500 metros de extensão, pudemos percorrê-la e sentir que andamos muito mais. Descobrimos o que são estalactites e estalagmites, vimos morcegos e quase fomos picados pela aranha marrom (a mais venenosa do Brasil). Depois, fomos ao museu do Castelo, onde estão expostos fósseis e pedras preciosas da região. Aproveitamos o dia para descansar em frente à lagoa e tomar umas e outras em uma feira. Estava tão bom que quase ficamos por lá. rs.

Dica: para visitar a gruta da Lapinha é preciso pagar R$ 15. Estudantes têm desconto de 50%.
Uma das partes da gruta
Felizes ♥
Nos sentimos engenheiros

Setembro – Ah, gente, fiquei arrasada com essa viagem! Esse foi até um dos motivos pra demorar tanto pra postar. Seguinte: foi mais uma viagem curtinha. Até aí tudo bem. Pegamos estrada e fomos parar em Macacos. Chegando lá, procuramos a cachoeira Orangotangos, que é a mais famosinha da cidade. Mas que decepção! A cachoeira é imunda! Muito lixo e pichação pra todo lado. Não há um lugar que você não vá que não esteja sujo. Ainda tinha uma galera fazendo churrasco e deixando toda a sujeira lá. Nem tive coragem de entrar na água… Fiquei triste por ela estar tão mal conservada… Depois fomos almoçar, e comemos num restaurante nada bom também. Acho que não era nosso dia de sorte! rs
Dica: Não vá a cachoeira Orangotangos.

Apenas uma selfie

Outubro – gente, não viajei em outubro. Os motivos, agora, nem lembro mais 😦

Novembro – A viagem deste mês foi uma loucura! Mas sensacional! Um grupo da faculdade, liderado por uma professora de jornalismo, foi a São Paulo conhecer o jornal Folha de São Paulo. E eu embarquei junto 🙂 A viagem durou um dia (saímos na quinta à noite, chegamos lá na sexta, e fomos embora na própria sexta), mas deu pra aproveitar muita coisa! Conheci um dos maiores jornais impressos do Brasil – fiquei com vontade de trabalhar lá, e ainda fomos na Bienal de Arte Contemporânea que tinha como tema: “Como Falar Sobre Coisas Que Não Existem”. Como fomos guiados por um guia, que explicava as obras, achei o máximo! Se não, não entenderia nada. Arte contemporânea exige muito do cérebro. rs.
Dica: Se você for a São Paulo, vá ao Ibirapuera! O parque é ❤

Amei esta imagem!
Na Paulista, você vê de tudo!
Combinou comigo? rs
Dezembro – Esta viagem foi ao mesmo tempo muito boa e muito ruim! Este último motivo não vou explicar aqui porque é totalmente pessoal, ok? Mas quanto às coisas boas, falarei com gosto! Fomos pra Catas Altas, cidade cercada pela Serra do Caraça. A cidade já vale a pena pela vista dessa serra maravilhosa! Ficamos em uma pousada linda também (mas lá não tem frigobar no quarto), com piscina e vista para a serra. Também fomos em uma cachoeira próxima, mas que custamos a encontrar! rs. E o povo da cidade também é muito acolhedor. Voltaria sem dúvida! 
Igrejinha no alto de um morro
Vista da janela
Mais vista da janela
E assim, com o fim de 2014, chegou ao fim meu projeto “Uma Viagem Por Mês”. Não pretendo parar de viajar nunca! Mas esse compromisso não vou assumir este ano. Espero que vocês tenham gostado e, de alguma forma, tenha encorajado àqueles que têm vontade de viajar. Não se esqueçam: pra sair da toca, basta levantar a bunda do sofá! O dinheiro e o tempo são fatores secundários quando a vontade de viajar é maior, mesmo que seja pra uma cidade aqui do lado 🙂

Rio de Janeiro

Janeiro – Bate e volta. Saí na sexta-feira à noite e cheguei na segunda pela manhã. Mas mesmo que rapidinho, eu consegui fazer muita coisa no Rio de Janeiro! Pra começar, assim que chegamos (fui com um amigo e encontrei outro que, por sua vez, nos apresentou sua amiga – só gente fina, elegante e sincera), encontramos o Sol, que brilhou mais uma vez depois de dias de chuva na Cidade Maravilhosa. Depois, fomos tomar café Starbucks, já que aqui em Minas não tem, e pegamos uma praia de leve. Gente, não há nada melhor do que sentar na areia, abrir uma lata cerveja e se perder ao olhar o MAR(avilhoso).

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Depois de comer um peixe frito acompanhado de outra cerveja, conheci um lugar do Rio que não costuma ganhar os cartões postais, o Parque Lage. Só conhecia por foto uma parte do parque com estrutura da época da Grécia. Mas ele é mais que isso. Tem uma grande extensão de Mata Atlântica, algumas quedas de água, um aquário dentro de uma caverna, um mirante e umas construções lindas. Eu me surpreendi! Ainda fomos aos quiosques, curtimos um bloco de carnaval e pegamos mais praia. Foi tudo fantástico! A única coisa chata é que perdi meu cartão de banco.

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Dicas:

Como ir: A empresa de ônibus Útil tem promoções BH-Rio de Janeiro. Eu paguei só R$ 30 reais na passagem de ida! Vale a pena pesquisar. O ônibus é confortável, mas o ar condicionado fica perto do 0°C.

Onde ficar: Eu fiquei hospedada na casa de um amigo, pertinho da praia (obrigada, Fer!), mas meu amigo ficou hospedado no Hercu’s Hostel e pagou R$ 70 pela diária.

Quanto levar: Não sei ao certo quando gastei, mas calculei gastar lá R$ 250. Se passou disso, foi muito pouco.